A plenitude de tudo que me rodeia,
Eis apenas o que almejo.
Agarrar-me ao mundo alastrando-me
fossem estes braços
caules de uma hera
Enraizar-me
Penetrando póros
Verdejantes capilares
Consumi-lo
enrolando gavinas, meus
Latejantes tentáculos
Pelas quinas
Deste mundo
Arruinar-me.
Eis o que desejo:
De tudo, a plenitude.
3 comentários:
eis aquilo que nos salva e nos desgraça: não sermos acabados.
nos deixa com a sensação de incompletude, mas é o que nos faz buscar o novo, caminhar.
que bom que voltou.
muito lindo!
fico feliz
obrigada!
sensacional!! tens estilo próprio
visite tb o meu blog
http://www.insulisdilectio.blogspot.com/
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